quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sex and the City

Confesso que é uma série que já ficou ultrapassada, afinal teve sua estreia em 1998 e terminou com 6 temporadas. Acho que nem preciso descrever sobre o que é né? Mas resumindo é um “FRIENDS” mais pervertido só com Amigas!


Eu me interessei por essa série agora, quando resolvi assistir aos dois filmes que foram lançados (o 1º e 2008 e o 2º em 2010), e amei... Eu jamais me interessaria antes, é uma série adulta com temas mais adultos ainda, e é aí que eu quero chegar.

Depois que vi os filmes e me apaixonei por Carrie Bradshaw (por ser escritora e independente e tal... amo isso) e suas amigas, resolvi baixar as temporadas de Sex And The City, que possuem episódios curtíssimos, de 30 minutos cada (achei super diferente dos episódios das séries atuais que possuem quase 1 hora de duração), logo devorei a primeira temporada em quase 2 dias. Iniciei então a segunda temporada há pouco tempo.

E fiquei analisando e refletindo cada episódio, cada história, cada drama vivenciado por essas mulheres com seus 30 e poucos anos. O Sexo é muito abordado (dããã, é o nome da série né?) e a promiscuidade também. Parei para pensar se isso é normal tanto assim? Mulheres que a cada episódio tem um companheiro sexual diferente sem problemas com consciência e tal... nossa tá parecendo que sou uma freira falando desse jeito, mas onde quero chegar na verdade é: Como nós mulheres queremos ser valorizadas se não nos valorizamos? (E não estou pondo em questão as funkeiras e as mulheres frutas, hein!!! E não tenho nada contra, afinal cada uma dá o que quer).

O que estou querendo dizer é como a TV pode influenciar outras mulheres a serem como Carrie e suas amigas. E não diga que não influencia, pois só de eu assistir alguns episódios já fiquei louca para ter 30 anos e ser solteira pra poder sair todos os dias em barzinhos, ser xavecada e escolher o meu parceiro sexual daquele dia. Influencia sim!


Consegui balancear, de acordo com o meu gosto o que era melhor, a série ou os filmes que foram originados. E refletindo muito (filosofando, só que não), caiu minha ficha que na verdade me identifiquei só com os filmes e não com a série e sabe porque? Porque no filme as 4 estão praticamente casadas, com família, tirando uma delas (Samantha) que tem a promiscuidade na veia (dou muitas risadas com ela).
 Elas realizaram seus sonhos que era ter um marido, filhos, casa e um Closet... 
E isso tudo resulta numa verdade, por mais que seja legal ter mais de 30 anos e ser xavecada por todos, as mulheres querem mesmo é se casar, ter família... (eu já casei, agora quero um Closet). E é aí que a gente começa a compreender como a sociedade nos prega peças. 

O quanto verdadeiro pode ser essas influências (lá vem eu de novo). O Sexo é tabu pra muita gente, e por mais descolada que eu tente ser, me assustei com as histórias do seriado, das amigas sem vergonhas que dão pra qualquer um. Afinal, cresci com a idealização de que isso é errado, e que o certo é se apaixonar e transar só com amor... Sei que a modernidade me deixa meio ultrapassada, e que hoje em dia o amor virou consequência do sexo, mas não custa refletir.



Nossa, comecei falando sobre o seriado Sex And The City e virei o jogo para o Tabu do Sexo, sou foda! E nem falei do lado legal da série, que é o vicio por roupas, sapatos e bolsas das personagens... o glamour todo!!!
Bom, espero que eu tenha me expressado bem. E deixado claro que por mais que eu ame a Carrie Bradshaw, não quero ser como ela...  exceto pela parte de ser uma mulher independente, escritora e bem resolvida na vida e profissionalmente.


Apesar de toda a polêmica (que só existiu na minha cabeça de puritana, só que não), amo muito essas Quatro amigas e me divirto horrores com suas histórias!!




É isso ae!




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